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"Você tem um espírito independente e proclama alto e bom som que o amor não é prioridade – o que não deixa de ser verdade, mas esconde também algum medo de ficar só. É muito opinativa e mesmo sarcástica."

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"O facto de você ainda continuar numa relação só pode querer dizer uma de duas coisas: ou a sua cara-metade tem muita paciência ou estamos perante um milagre. Você não se esforça na vida a dois e é completamente desligado/a. Qualquer tipo (mesmo remoto) de romantismo não lhe diz absolutamente nada."
Não, meus amigos. Isto demonstra bem é o que é que eu penso sobre esta coisa do Dia do Comerc.... quer dizer, dos namorados.
- O duche dura 30 minutos. E não quero saber.
- Gosto de comer pastéis de nata à colher, como fazem os putos.
- Enxaguo o lava-loiças até à última gota quando acabo de lavar a loiça, mesmo sabendo que o mais certo é abrir a torneira nos cinco minutos seguintes.
Quando quiserem mais cinco, é só dizerem!...![]() |
Tá bem, tá bem. Mas acontece que as opções de resposta não me agradam. Portantos aqui vão as minhas verdadeiras respostas, e quem quiser que calcule os resultados:
1. Como foi o seu primeiro beijo?
Foi uma coisa sem jeito nenhum. Quando alguém se põe a fazer o que quer que seja, sem saber o que raio está a fazer, o que sai é mesmo isso, uma coisa sem jeito nenhum. Demasiada saliva para pouca calma. E por favor, não me façam recordar mais nada que é demasiado embaraçoso, sim?...
2. Qual destes menus prefere para um jantar a dois?
O que me apetecer mais depois de ler a lista no restaurante, ou seja, qualquer um que eu não tenha que cozinhar.
3. Chegou a hora h, o que faz?
Tento controlar os nervos e deixar a coisa correr, caso contrário transformo-me desgraçadamente na adolescente descrita em 1.
4. Qual destas palavras é a mais indicada para dizer “beijo"?
Beijo.
5. Os seus beijos mais eficazes deixam a outra pessoa a pensar?
Os meus beijos mais eficazes, onde? Sejam mais explícitos, ó faxavor. É que conforme os sítios, a outra pessoa pode ficar a pensar diferentes coisas, ou eventualmente, não ficar em condições de pensar... Ou então não.

Fui eu há uns dias atrás muito lampeira ao Millenium BCP tirar cheques da máquina, facilidade até positiva, que a malta escusa de andar a pedir ao balcão, e mais não sei quê. Qual não é o meu espanto quando a máquina se recusa a vomitar os cheques como é costume, e sem me dizer sequer o porquê da coisa. Lá fui eu ao balcão, já a pensar que tinha feito porcaria e ainda tinha menos dinheiro do que pensava que tinha, perguntar porque estava eu assim excluída do maravilhoso mundo dos cheques impressos na máquina.
Presépio de Lata
Fui a desejo, ao primeiro de todos. Um bom concerto, aliás, outra coisa não se esperava.
É um livro que confirma o que já se vem verificando nos livros anteriores de José Saramago. Do meu modestou ponto de vista, a última obra de génio do mestre, até esta data, foi O Ensaio Sobre a Cegueira.
A recém-chegada chefe gosta muito de broches. Não há casaquinho que não traga um, ao tom do tecido, em forma de rosa ou de outras flores menores, de libelinha ou outros insectos, com brilhantes de várias cores, com pendentes, uns pequeninos, outros mais avantajados, sem broche é que não pode ser, é como um jardim sem flores.