quarta-feira, dezembro 13, 2006

Cabazes de Natal e rifas

Para além da grande satisfação que me daria qualquer prémio acima de 100.000 euros no Euromilhões, o que eu gostava era que me saísse um cabaz de Natal! Sempre tive esta vontade, e o que é giro é que a maior parte das coisas que compõem os cabazes de Natal até nem me interessam para nada. Mas o cesto recheado daquilo tudo, o embrulho, enfim, gostava que me saísse um.

Esta semana começou também a despontar outra praga ligada à vertente consumista do Natal: as rifas. Estou a trabalhar há dois dias e já me cravaram três vezes, ou seja, três euros para o caraças, em rifas que na maior parte dos casos oferecem o quê? Cabazes de Natal. O pior desta praga é que o livro das rifas vem quase sempre agarrado às mãos de um ou uma qualquer colega de quem até se gosta, simpatiza, e a quem custa muito dizer que não...

Adiante. Comprei o número 42 para o cabaz de Natal do café em frente à minha casa. Duas das três rifas compradas dão cabazes de Natal, vai daí toca de comprar sempre o mesmo número. Portanto, se o 42 bater em todas elas, este Natal vou levar com três cabazes de Natal pela cabeça abaixo!...

2 comentários:

Pedro Aniceto disse...

Teria a sua graça... ;)

Joaquim Varela disse...

O 42 explica tudo, há que não esquecer.

Mas o pior das Cabazes de Natal, é a falta de cólidade dos artigos que o compõem. Tenho para mim, que pegam em coisas que não se vendem e cá vai disto. Por muito mal-educado ou indelicado que possa ser, levam sempre com o seco e rápido: NÃO!